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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

O ano de 2015 não foi o melhor para os museus, mostras e exposições

Numa breve retrospectiva do ano, é possível afirmar que o resultado poderia ser melhor para a área: um museu queimado e obras de arte apreendidas como forma de lavar dinheiro, além da crise

Museu do Amanhã (RJ): mesmo a boa notícia veio cercada de polêmica

Olá.


Entre perdas e ganhos, o setor de museus, mostras e exposições não tem muito o que comemorar, quando se olha para 2015. Tradicionalmente, é um segmento que tem público cativo e fiel - e 2015 foi um ano com algumas boas mostras.

Mas o fato foi que 2015 não ajudou - talvez fosse possível dizer que foi inesquecível, mas pelo lado mais negativo. Incêndios, crise e Lava-Jato deram o tom...


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Novas formas de negócios culturais: ArtScoop

Inovação, na economia moderna, não é apenas criar um produto novo e revolucionário. É estabelecer formas diferentes de uso ou de fabricação um mesmo produto. 

Olá.

Inovação, na economia moderna, não é apenas criar um produto novo e revolucionário. É estabelecer formas diferentes de uso ou de fabricação de algo que já existe. É pensar e fazer diferente o que era feito do mesmo jeito todos os dias; criar novas soluções para velhos problemas. 

Um exemplo de inovação é o telefone. Inicialmente era aquele aparelho ligado numa tomada na parede através do qual você discava números para fazer ligações locais – interurbanas, nesse caso, só com auxílio da telefonista. O telefone evoluiu, evoluiu e, na prática, se resume a smartphone. E nessa linha, a Apple, por exemplo, é o melhor exemplo de evolução e inovação com o iPhone - um modelo simples, leve, prático e bonito. 

Às vezes, a saída está na sua frente: “como é que eu não pensei nisso antes?” é a pergunta que sempre fica na cabeça de quem observa certas inovações. 

No mercado de artes plásticas, uma inovação é o uso da internet para a venda de obras para neófitos, pessoas que pouco ou nunca tiveram oportunidade de adquirir tais produtos. Quem soube aproveitar o espaço foram a colecionadora Ana Luiza Brant e o empreendedor Rodrigo Lopes, ao desenvolver o ArtScoop, primeiro portal brasileiro de vendas online de obras de arte.



Rodrigo Lopes e Ana Luiza Brant (Créditos: ArtScoop)


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