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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Carlos Beyrodt vai gerir programas culturais no Minc

Carlos Beyrodt Paiva Neto foi nomeado na semana passada secretário de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic) do Minc. Ele será o responsável pela gestão de programas culturais, como os da lei Rouanet e o Vale Cultura. Beyrodt substituirá Ivan Domingues das Neves. 

Carlos Paiva (crédito: Minc)

Formado em produção cultural pela Universidade Federal da Bahia (UFBa), o novo secretário é especialista em Educação Estética, Semiótica e Cultura, Políticas Públicas e Gestão Governamental. 

Já o produtor cultural Leonardo Hernandes será diretor de Gestão de Mecanismos de Fomento da Sefic.

Leonardo Hernandes (crédito: Minc)

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Cultura Viva em debate

O Ministério da Cultura informou que o Grupo de Trabalho Cultura Viva vai se reunir amanhã (25) e quinta-feira (26) para debater a regulamentação da lei Cultura Viva.

A lei foi sancionada em julho passado, instituindo a Política Nacional de Cultura Viva (PNCV), que visa "estimular e fortalecer no Brasil uma rede de criação e gestão cultural com base nos Pontos de Cultura", segundo o Minc.

Os integrantes do GT também participarão de encontros com o secretário-executivo do Ministério da Cultura (MinC), João Brant, com a secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural, Ivana Bentes, e com o secretário de Articulação Institucional, Vinícius Wu.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Juca Ferreira propõe mudar Lei Rouanet

Em entrevista ao jornal O Globo, ministro diz que quer reduzir teto da renúncia fiscal e usar parte dos recursos para políticas públicas culturais.

Juca Ferreira, ministro da Cultura

Olá.

Principal instrumento de captação de recursos, atualmente, a Lei Rouanet entrou no radar do novo ministro da Cultura, Juca Ferreira. Para ele, é preciso mudar a lei, reduzindo o valor-teto da renúncia fiscal para 80%, ficando os 20% para o Fundo Nacional da Cultura, para a realização de políticas culturais públicas.

Isso porque, segundo ele, a maior parte dos recursos da Lei Rouanet são destinados para os estados de Rio de Janeiro e São Paulo, sendo a maior parte concentrada nas duas capitais, nas mãos de poucos produtores, que conseguem patrocínio com empresas que enxergam retorno para as respectivas marcas.

Veja a entrevista completa no O Globo, além da repercussão da proposta com representantes do setor cultural.
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